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Igrejas devem romper silêncio defendendo mulheres da violência, diz pesquisadora

Tradicionalmente, setores conservadores e fundamentalistas foram cúmplices e, bem por isso, igrejas deveriam romper o silêncio e defender mulheres de toda e qualquer situação de violência, disse o economista e ex-secretária do Instituto de Desenvolvimento da Mulher (Isdemu), Julia Evelyn Martínez para uma platéia de religiosos anglicanos.

Susana Barrera
San Salvador, quarta-feira, 9 de março de 2011

A violência contra a mulher é uma das preocupações das autoridades salvadorenhas. No ano passado, a polícia recebeu quatro mil denúncias de agressões sexuais perpetradas contra mulheres, de modo especial em meninas e adolescentes. Do total das denúncias, apenas 204 agressores foram condenados. Quanto aos demais casos, não foram juntadas provas, a justiça simplesmente não se importou, gerando impunidade, lamentou Julia.

Professora da Universidade da Companhia de Jesus, Julia exortou as pastorais a romperem o silêncio, inclusive denunciando fiéis que cometerem esse tipo de delito. Relatório do Isdemu do ano passado observa que agressores de mulheres são pessoas conhecidas, entre elas pastores e sacerdotes.

Julia foi secretária do Isdemu por um ano e meio, quando foi destituída “por perda de confiança”. Ela defendeu lei de despenalização do aborto.

 

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